sexta-feira, 7 de março de 2008

De longe, mas sempre!

Hoje, bateu aquela tristezinha no peito, coração apertadim entre beiradas de mim e sentimentos...
O tempo tá passando, o mundo girando, gente se encontrando, se amando, se distanciando,
e eu aqui, sem saber em que estação quero descer para pegar o próximo trem...
Lembrei daquele dia em que constatamos não ser privilégio algum ter dorzinha de nada no peito de vez em quando...
Enquanto continuo sem saber, sigo as reticências...
Esperando a palavra seguinte, um gesto amigo, a próxima cena desse caloroso espetáculo!

Diante de tudo e qualquer coisa, o amor permanecerá!

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