terça-feira, 25 de março de 2008

Da tia Regina para todas as mulheres da família

Uma mulher, quando se enfeita deixa de ser apenas uma mulher para ser quase uma estrela. Quando passa perfumando a vida e iluminando todos os olhares enquanto finge que nem nota o quanto tem de poder de transformar em festa, tristes lugares.
Essa mulher, quando sutilmente passa em passo suave e poesia que emana de dentro de si como o Sol, luz irradia. É mais que o mundo, mais que a sorte grande na loteria. É, no peito, sentimento de amor profundo.
É enfim, a magia: do universo, toda a graça.

Theo, Rossilva, Rute, Eloiza, Dulce, Regina, Edvânia, Flávia, Dani, Lili, Larissa, Gabi, Ceci, Letícia, Lílian, Lud, Karla, Carol, Ju, Ana Flávia e SOFIA (Bem vinda!).

suerte: la tengo

Céu, um pouquinho de mar, passos com árvores,cadarços, cadências, palavras, mensagens,saudade, verdade, solidez, solitude, solidão, sol.Vazio, mudança, dificuldade, nascimento, mistério,surpresas agora e as que estão por vir.Certeza de mudança.
Temor, resistência, aceitação.Expectativa e medo de as ter.
Valores, pessoas, pessoas com bocas cheias de estrelas.
Peito cheio de vida. Obrigada.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Brigadeiro de panela

O bom brigadeiro de panela a gente come com colher. É aquele feito numa panela velha, meio amassada.Você vai mordendo e vai encontrando pedaços mais durinhos que grudam nos dentes. Aí dá uma vontade de encontrar uma colheradona com um mega pedaço duro que vai grudar as duas arcadas. Estou em casa sozinha, com uma panela azul de brigadeiro no sofá. Comendo, comendo... sentindo o gostinho de cada página... há páginas mais grudentinhas, outras que passam rápido pelos olhos.Hoje à noite vou dormir sem escovar os dentes. Minha mãe saiu pra jogar buraco mesmo!

O livro dos leões ficou em casa!

De longe, mas sempre!

Hoje, bateu aquela tristezinha no peito, coração apertadim entre beiradas de mim e sentimentos...
O tempo tá passando, o mundo girando, gente se encontrando, se amando, se distanciando,
e eu aqui, sem saber em que estação quero descer para pegar o próximo trem...
Lembrei daquele dia em que constatamos não ser privilégio algum ter dorzinha de nada no peito de vez em quando...
Enquanto continuo sem saber, sigo as reticências...
Esperando a palavra seguinte, um gesto amigo, a próxima cena desse caloroso espetáculo!

Diante de tudo e qualquer coisa, o amor permanecerá!